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13/11/2009 |
A família Escaladoridae
é muito abundante, apresenta diversos gêneros e
espécies. Recentemente uma pesquisa conduzida por
Esdras et. all. (2009) identificou uma série de
indivíduos com hábitos ecológicos parasitas. De
acordo com os autores, são eles:
Pseudosescalus mycota (Escalador Fungo) - escalador
que não respeita as articulações e organizações
locais para liberação das áreas de escalada e nem as
regras das propriedades. Na maioria das vezes já
chega escalando mesmo sabendo dos impasses.
Geralmente não causam grandes doenças, mas
atrapalham o desenvolvimento e incomodam como se
fosse uma coceira. São infecções oportunistas
causadas pela falta de articulação local.
Reproduzem-se facilmente com argumentos de que "eu
desorganizando posso me organizar".
Falacioescalus diplococos (Escalador Bactéria) – É a
espécie mais diversa e atacam todos os espaços.
Geralmente iniciam sua infecção por meio da
internet, com fofocas e falsas discussões sobre
ética. Esse tipo costuma dizer que fazem e
acontecem, mas geralmente se juntam em colônias e
não saem do lugar. Podem causar doenças sérias
quando criam falsos conflitos entre cidades.
Estragopicovirus – (Escalador Vírus) – é o pior
tipo. Utiliza-se do ambiente para seu benefício e o
destrói em seguida. Como exemplo aqueles que escalam
nos locais e depois poluem rios e descartam o lixo
nas bases das vias. Esse tipo de escalador engana o
sistema imunológico fazendo todo mundo pensar que
ele é legal e gente boa. No fundo o que ele quer é
parasitar e sair fora deixando seu rastro de
destruição. Recentemente alguns picos brasileiros e
o Valle Encantado - Argentina sofreram essa
infecção.
Escalochatus micropulos (Escalador Carrapato) –
Alimenta-se de tudo o que a comunidade local faz,
mas não colabora com nada. Quando identificado já
está maior do que o tamanho original e causando
certos incômodos, mas são facilmente retirados.
Furavias cirratus (Escalador Pica-Pau) – é aquele
que para se saciar fura tudo. Mesmo tendo caminhos
ou possibilidades em outros locais, chega cavando
agarras.
Faladorus mirmecofagídeos (Escalador tamanduá) – é
aquele que tem a língua maior que a boca e acaba
metendo o nariz onde não foi chamado. Costuma ser o
primeiro a ter opinião e o último a ter atitude para
mudar. Sua pior arma é o abraço.
Fazendo uma revisão na literatura, a equipe de
sistematas taxonômistas em filogenética de
Escaladoridae publicam agora uma nova pesquisa sob o
amparo da Fupema (Fundação de Amparo à Pesquisa em
Montanha) do site AltaMontanha.com. Conheça estas
espécies:
Queimandus cannabis – Espécie que existe em
abundância, sendo uma espécie endêmica de
pirobiomas, tal como é o cerrado de Brasília e de
Belo Horizonte, de acordo com a classificação de
biomas de Coutinho (2006). A presença de tal espécie
nos Planaltos das Araucárias confirmam a hipótese de
Soares (1972) sobre a ecologia do fogo na sucessão
de ecológica dos campos para as florestas no Paraná,
Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Psicopatus persecutorius – Espécie parasita que vive
de falar mal dos outros em lista em internet.
Geralmente é confundido com Falacioescalus
diplococos de Esdras et. all. (op.cit), esta
espécie, no entanto, se distingue por ser mais
resistente e insistente que a anterior,
provavelmente advém de uma mutação genética depois
de um vazamento radioativa da Usina Angra II na Baia
de Guanabara nos idos dos anos 60. Por conta deste
incidente mutante, estes indivíduos, não se
reproduzem, daí sua avançada idade frente a outros
indivíduos de Escaladoridae.
Ecco chatus – Estes indivíduos têm características
muito peculiares quanto seu comportamento,
provocando grandes polêmicas por conta de impactos
mínimos, que são ocasionados naturalmente pela
família Escaladoridae, mas que não provocam grandes
danos. Muitos destes indivíduos são confundidos com
Nerd cientificcus, mas estes, ao contrário do
segundo, não têm cérebro muito desenvolvido.
Nerd cientificus – Uma espécie muito interessante
dentro da fauna de Escaladoridae. Costuma gerar
indagações e questionamentos que provocam polêmica
dentro da família. Esta espécie tinha o hábito
ecológico de viver empoeirada em bibliotecas,
fazendo um mimetismo simbiótico com os livros que
ninguém lê. Hoje, no entanto, esta espécie vive
refugiada em algumas montanhas. A hipótese, de
acordo com Ab’Sáber (1992), é que o período
interglacial em que vivemos afetou a distribuição
desta espécie, estando ela refugiada em áreas
exíguas, sofrendo um isolamento geográfico das
demais espécies de Escaladoridae.
Puxandosaccus sp. São diversas espécies que compõem
um gênero muito representativo da família
Escaladoridae. P.mariasapatilhus. Espécie que vive
de bajular escaladoreaceaes que escalam grau forte,
com a intenção de namorar eles. P. malensis. Espécie
que posa de amigo dos Escaladoridae fortões, mas não
mandam porra nenhuma. Fazem banca pra se sentir o
“fodão”, mas não pega ninguém, eles têm o desprezo
de P.mariasapatilhus. P. famosus. Espécie que bajula
outros Escaladoridae, mas não fazem mal pra ninguém.
Travessias elcensis – Espécie rara da fauna de
Escaladoridae já ameaçada de extinção sendo
representada por um único indivíduo. Este espécie
tem o hábito de ser muito gente boa, mas acabou por
ficar sozinho igual a tartaruga solitária das Ilhas
Galápagos (Geochelone nigra abingdoni), esta espécie
é endêmica da Serra do Ibitiraquire. Diferente das
tartarugas, o Travessias elsensis caminha muito
rápido, sendo este o motivo de seu isolamento. Tal
como uma ave, tem hábitos migratórias, de acordo com
a temporada, sendo que já foi vista fazendo “bate
volta” no Aconcagua e no Illimani.
Mudancios nomis – Espécie híbrida, sendo que há
autores que não consideram como Escaladoridade, mas
sim Corredoridae. A polêmica na classificação
decorre desta própria espécie, sendo muitas vezes
comparado ao Ornitorrinco (Ornithorhynchus
anatinus). Tem bico, mas não é ave, nada, mas não é
peixe, sobe montanha, mas não escala. Assim como o
camaleão (Chamaeleonidae) troca de cor, ele troca
também de nome, daí a grande confusão taxonômica.
Tirandossarrus bonachensis – Espécie pandêmica na
família Escaladoridae. Trata-se de um gênero que
surgiu pela primeira vez no Brasil durante o
Cretáceo, sendo então considerado um “fóssil vivo”
ocorrendo com humor em diversos estados brasileiros.
Recentemente houve casos interessante de dispersão
desta espécie, com indivíduos partindo de São Paulo
para Brasília e do Rio de Janeiro para a Colômbia. A
hipótese aventada foi concurso público
Referências bibliográficas:
AB’SÁBER, A.N. A teoria dos refúgios: Origem e
significado. Revista do Instituto florestal, Edição
especial, São Paulo, março de 1992.
COUTINHO, L. M. O Conceito de Bioma. Acta Bot. bras.
20 (1): 1-11. 2006
ESDRAS, D; ALVARES, A; SÁ, J; A sociedade médica
alerta... A vida por alguns fios. Brasília. 2009.
Acessado em 03,Nov.2009. disponível em:
http://avidaporalgunsfios.blogspot.com/2009/11/sociedade-medica-alerta.html
SOARES, R. V; Considerações sobre a regeneração
natural da Araucaria angustifólia. Revista Floresta,
v. 10, n. 2. Curitiba. 1972
Pedro Hauck.
gentedemontanha.com














