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13/11/2009 |
Montanhistas,
caminhantes e amantes da natureza, para divulgar uma
foto em seu Blog, trabalho acadêmico ou até mesmo
para impressionar seus amigos menos providos de
canal por assinatura, saber o nome cientifico de um
individuo é essencial para deixar claro que Pardal (Passer
hispaniolensis) não é primo do Tico-Tico (Zonotrichia
capensis).
O objetivo do nome científico é tornar-se universal.
Por exemplo, a espécie Biomphalaria glabrata,
representa o molusco gastrópode, vetor da
esquistossomose, conhecido por esta denominação em
qualquer comunidade científica no mundo. Desta
forma, a universalidade e unicidade contribuem para
tentar anular o problema causado pelo uso de nomes
vulgares e falhas anteriores na classificação, ou
seja, nem todo caramujo da para colocar na boca.
Pensando nas pessoas que publicam seus diários de
bordo na internet e amigos que fotografam animais em
suas escaladas e não fazem a menor idéia do que
registram, segue uma formula rápida e “eficiente”
para identificar que bicho é esse que aparece nas
fotos.
Dicas rápidas para achar seu novo espécime.
Google! Essa é a forma mais rápida de rastrear sua
descoberta, mas como achar se você não sabe nada
sobre ela?
O primeiro passo é saber o nome regional do animal,
ou seja, nome local da espécie, ou como ela é
chamada na região. Com estes dados, use o filtro do
Google, a partir das respostas e através das fotos,
note as semelhanças entro resultado obtido e seu
espécime fotografado.
Descobrindo o nome cientifico do animal, faça uma
busca mais apurada pelo nome cientifico e confira as
semelhanças entre os espécimes. Abuse do recurso
“foto” do Google, com o nome cientifico e fotos do
espécime fica mais fácil achar os registros sobre o
mesmo.
Com os dados já em mãos, entre no site da
Encyclopedia of Life
e confira o registro da espécie, se este ainda não
estiver registrado no EOL tente a
Wikipédia.
Agora, se você não sabe o nome local do espécime e
não sabe nem do que se trata (Inseto ou
mamífero..rs), procure informar no site de busca as
características básicas do animal como:
Ex: “Lagartinho Azul, Bonaire” (Cnemidophorus
vanzoi) ou “Pássaro Negro com enorme bico
amarelo de ponta escura, peito branco, Mata
Atlântica” (Ramphastos toco).
Não vale dizer que tem “bigodes de foca, nariz de
tamanduá, orelhas de camelo não é tio? Tente ser
mais cientifico (A menina que cantava isso deveria
ser catalogada também no EOL).
Com estas descrições, o Google vai te trazer
inúmeras respostas, ou semelhanças com sua
descoberta, logo seu norte para localizar seu
espécime.
Sua fêmea é menos
vistosa, com plumagem de cor parda nas partes
superiores e marrom-avermelhada nas inferiores. A
espécie apresenta “dimorfismo sexual”.
Vale lembrar que algumas
espécies são muito semelhantes, e sem uma autoridade
no assunto sua pesquisa pode ser invalidada, em caso
de duvidas, procure um biólogo ou um cientifico
capaz de tirar suas duvidas.
Se com todas estas dicas você não foi capaz de achar
seu espécime, fique feliz, você acaba de ser o
felizardo a descobrir um novo individuo não
catalogado pela ciência e pode ter seu nome
imortalizado nela!
Em alguns casos isso não é lá muito bom, seu nome em
uma perereca venenosa panamenha (Mantella
aurantiaca) não é nada legal, mas o nome de
alguém que você não goste muito em um peixe predador
com mandíbulas fortíssimas, carnívoro e amazonense (Pygocentrus
piraya) até que não seria ma idéia.
A Lhama tem pescoço
alongado e seu pêlo, fino e longo, tem cores em
tonalidades diferentes. Sua cabeça é oval, diferente
da cabeça redonda das alpacas. Pode atingir 1,7
metros de altura, seu comprimento varia entre 1,40 e
2,40 metros (contando com a cauda de aproximadamente
25 cm) e chega a pesar 150 kg. A Alpaca é um pouco
menor, pode alcançar 1,20 a 1,50 metros de estatura
dos pés à cabeça e seu peso pode variar de 45 a 90
kg.
Existem duas variedades de lhama: a Chaku, que
apresenta mais pêlo, e a Qara, que têm pouco pêlo.
São utilizados para produção de carne, couro e lã.
Atualmente, as criações de lhama em cativeiro visam
principalmente à produção de carne e a utilização
para o transporte de carga, já que a alpaca produz
lã mais longa e macia. Fácil não (rs)?
Força sempre e boas escaladas!
Atila Barros

















