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A
americana
Steph
Davis, e
escaladora,
BASE
jumper e
é
considerada
uma das
melhores
esportistas
entre os
escaladores
do
mundo,
especializada
em
escaladas
em solo.
Em 2003,
Steph se
tornou a
segunda
mulher a
escalar
em livre
o El
Capitan,
em um
dia.
Steph é
também
famosa
por seus
solos em
Long's
Peak
Diamond,
no
Colorado,
305
metros
de
granito,
parede
situada
a 4.267
metros
de
altitude.
No verão
de 2007,
ela
escala
em solo
a via
Diamond
quatro
vezes,
com o
final
solo
gravado
por
Peter
Mortimer,
da Sender
Films. Pouco
mais
tarde,
ela
escalou
em solo
e saltou
de BASE jumper o
Castleton
Tower,
em Moab,
Utah.
A
entrevista
foi
concedida
à
escaladora
carioca
e
colaboradora
do site
Mulheres
na
Montanha
Rosane
Camargo
em junho
deste
ano.
Com
tradução
de
Daniela
Nóbrega,
segue
entrevista
completa
desta
lenda da
escalada
mundial.
Uma
das
escaladoras
mais
fantásticas.
Sola uma
via e
salta do
cume de
B.A.S.E.
Jump.
Definitivamente
não é
uma
mulher
qualquer…
Super
simpática
e sem
nenhuma
postura
arrogante.
Adorei
conhecê-la!
Conheçam
vocês
também…
Rosane
Camargo
Nasceu
em qual
cidade?
Illinois
– EUA
Está
com que
idade?
37 anos
Aonde
mora
atualmente?
Moab,
Utah –
EUA
Como
a
escalada
surgiu
na sua
vida?
Comecei
a
escalar
na
faculdade
quando
um amigo
me levou
a um
penhasco
para
fazermos
top rope.
E os
solos…o
que te
motivou?
Venho
fazendo
o free
solo
desde
que
comecei
a
escalar.
Sempre
gostei
de
praticar
isso
sozinha,
solar
devagar
e
relaxadamente.
Às vezes
estou
inspirada
a fazer
solos
mais
difíceis
porque
realmente
admiro o
foco e a
atenção
extrema
aos
detalhes
que essa
atividade
requer.
Conquistou
alguma
via de
escalada?
Inshallah
no
Shipton
Spire –
Paquistão
Tahir
Tower no
Kondus
Valley
FA VII
5.11 A3
–
Paquistão
JoshuaTower,
na Ilha
de
Baffin
P-D
North
Face no
Poincenot
–
Patagônia
Ascenção
em livre
da
Tombstone,
em Moab
O
B.A.S.E.
Jump,
como foi
que
começou?
Teve um
período
em que o
free
solo era
o que
mais me
motivava.
Repentinamente
tive o
desejo
de fazer
o
skydive
e tive a
experiência
de queda
livre.
Depois
que
comecei
a fazer
o
skydiving,
era
natural
querer
saltar
de
penhascos,
uma vez
que vivo
perto
dos
penhascos
e passo
a maior
parte do
tempo
neles.
Sente
medo?
Como é a
sua
relação
com ele?
Sim. Não
gosto de
sentir
medo e
quando o
tenho,
procuro
descobrir
como
fazer o
que eu
quero
sem
estar
com
medo.
Geralmente
isso
necessita
de
repetição
e
prática.
Gostaria
que
contasse
para nós
um
perrengue
que
tenha
passado
na
parede…
Um dos
meus
piores
momentos
tem sido
durante
as
grandes
tempestades,
geralmente
na
Patagônia.
Também
fui pega
por
algumas
tempestades
desagradáveis
no El
Captain,
mas na
Patagônia
é mais
aterrorizante
por
causa
dos
ventos e
os
glaciais.
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Algum
projeto
para
este
ano?
Tenho 3
fendas
difíceis
em Moab
que
quero
fazer e
também
um
projeto
de
escalada
mais
aventuroso
que
incluiu
base
jumping,
mas a
temporada
de
escalada
é no
Outono/Inverno
aqui em
Moab.
Então
vou para
o Canadá
nesse
verão
para
escalar,
e depois
para o
Japão
para
ensinar
em um
curso de
formação
de
professores
de Yoga
(sobre
controle
mental),
e em
seguida
no
Outono,
será a
temporada
de
escalada
em Moab.
Curiosidade
em
conhecer
as
montanhas
do
Brasil?
Sim,
recentemente
recebi
uma
mensagem
no meu
blog (www.highinfatuation.com/blog)
de um
escalador
brasileiro.
Ele
incluiu
algumas
fotos de
montanhas
no
Brasil. |
Lemos
trechos
interessantes
sobre o
seu
livro
“High
Infatuation,
a
Climbers
to Love
an
Gravity”?
Poderia
nos
contar
mais
sobre
ele?
Quis
dividir
algumas
histórias,
pensamentos
e
emoções.
Tantas
coisas
acontecem
nas
escaladas,
e ainda
tem
muito a
ser
aprendido.
Quer
deixar
um
recado
para as
escaladoras
brasileiras?
Divirtam-se
e
cuidem-se!
Entrevista
concedida
à Rosane
Camargo
Tradução:
Daniela
Nóbrega
Fotos:
Arquivo
pessoal |