Informativo semanal.
Esporte, Notícia e Meio Ambiente.

Diário de Montanha

Incas!

Projeto Pachamama!
O império Inca
Aquecimento global
Lugares sagrados
A conquista!
Caça às bruxas andinas
Coca, a folha sagrada.
Tiwanaku.

Autor.

Quem é Atila Barros?

Puno
Peru

Uros e Sillustani.

Andes 2008

El Condoriri e etc.

Nazca
Peru

Linhas de Nazca - Peru

Arequipa
Peru

Misti, Escalada em Rocha.

Machu Picchu

Vale sagrado Inca.

Andes!

A Cordilheira dos Andes!

Ilha de Páscoa

Chile - Rapa Nui

Bolívia

Curso de escalada.

Diário de Bordo!

Bolívia, Chile, Peru, Brasil
Marcelo Andrê
Fotos - El Condoriri.

.com

Alta Monatanha.com
Montanhismo e Escalada!

"Escale"

Fique por dentro dos campeonatos e eventos!

UBT!

Ubatuboulder!
Inovando como sempre!

Nova editora Especializada em títulos de montanha!

Novo site do CEM!
100% Minas Gerais!

Escaladas de
Minas!

A maior coleção de croquis de escalada já reunidas.

Gente de Montanha!

Rocha e  gelo. Maximo Kausch e Pedro Hauck
Apoiando







     

Informativo On-line
Montanha.bio.br - Montanhismo e Meio Ambiente                            

 Ciência

Loja

Dolar_etc

Calango Channel

  Destaques
Destaques

Montanhismo     

Trekking          Boulder           Croquis           Dicas             Parceiros       
Destaques _bio.agenda - [NOW!]

Newsletter

Receba os Informativos por e-mail!

28/08/2010
A Cidade de Tiahuanaco.

Atila Barros

A cidade de Tiahuanaco (Tiwanaku), Bolívia, hoje é um dos sítios arqueológicos mais cobiçados por turistas e interessados pela historia Pré-Inca de todo país, além de muitos mistérios em torno de seus monumentos, Tiwanaku parece estar fora do contexto geral de tudo que pode ser visto dentre as culturas Andinas pré-hispânica.

Assim é Tiwanaku, curiosa e surpreendente, uma das engenhosidades da região se estende por uma área de 4.000 MT quadrados pelas planícies que estão localizadas a elevações que passam dos 3.800 MT. São elevações artificiais (pilares) cujo topo, absolutamente planos, sugere que ali existam edifícios soterrados. Estes e muitos outros marcos desta antiga cidade fazem os visitantes se sentirem intrigados em meio a historia que antecedem os famosos incas.

Seus exímios arquitetos viveram entre os anos 1580 a.C. e 1200. De acordo com arqueólogos bolivianos, o que hoje é visto no sítio arqueológico de Tiwanaku não representa nem 5% do que era essa cidade no passado. São capítulos desconhecidos da história, mas que ainda podem ser testemunhados ao caminhar, sem pressa, pelas margens do Lago Titicaca e por este curioso sitio arqueológico.

- Tiwanaku (grafias em desuso Tiahuanaco, Tiahuanacu) é o mais importante sítio arqueológico pré-colombiano situado na Bolívia.

Os Tiwanaku formaram uma importante civilização que floresceu nas proximidades do lago Titicaca, sendo por muitos historiadores considerada como precursora dos incas. Existem teorias de que o nome tiwanaku teria derivado do termo aimará taypikala que significa pedra no centro, referindo-se à rocha que se situa no meio do lago. Entretanto há de se considerar que os habitantes de Tiwanaku não tinham nenhum idioma escrito.

A cultura de Tiwanaku iniciou-se com uma pequena aldeia aproximadamente no ano 1500 a.C., crescendo e constituindo-se considerável centro urbano entre os anos 300 e 500, daí espargindo sua influência e se tornando um poder regional no sul dos Andes até o ano de 900, quando iniciou sua decadência. Daí em diante desapareceu o estilo artístico que a caracterizava.

- As ruínas desta cidade e os sítios arqueológicos mais importantes estão na costa oriental do lago, no lado boliviano, a aproximadamente 72 quilômetros a oeste da capital La Paz. A cidade cobriu uma extensão máxima de seis quilômetros quadrados e teve no apogeu estimados quarenta mil habitantes. Seu estilo de cerâmica sem igual é encontrado numa vasta área que cobre a moderna Bolívia, Peru, o norte do Chile e a Argentina.

No entanto, é difícil dizer se a presença desta cerâmica atesta o poder político desta civilização sobre esta área ou somente atesta sua influência cultural ou talvez apenas meramente comercial.

Tratava-se de uma cultura precursora das grandes construções monumentais da América do Sul que, embora e admiravelmente se utilizasse de grandes de pedras pesando até cem toneladas, as cortavam e requadravam e depois as entalhavam e esculpiam (ou revestiam) para encaixá-las umas às outras com uma precisão e engenhosidade raramente encontradas mesmo na construção monumental inca posterior.

Hoje, após estudos, pensa-se que Tiwanaku poderia ter sido habitada entre 17.000 a.C. a 12.000 a.C.. O principal indício desta tese são as informações astronômicas gravadas da Porta do Sol e o fato de que no local existia um porto para embarcações.

Para alguns “estudiosos” no assunto, à conclusão é de que Tiwanaku seria a Atlântida narrada por Platão, teorias e especulações sem base cientifica, o que não poder ser considerado para fim reais de estudo. Poético, mas deixem isso para estudiosos como suíço Erich Von Däniken e seus deuses astronautas.

É evidente a originalidade do estilo da arte Tiwanaku, mas é perceptível alguma correlação com o estilo da cultura Huari, certo que ambas as culturas definem o período médio do horizonte das culturas pré-incaicas, parecendo que ambas foram precedidas pela cultura Paracas que floresceu na bacia norte do lago Titicaca. Alguns estudiosos afirmam ter encontrado laços com a influência cultural e artística da cultura Chimu.

Segundo as tradições mais antigas dos índios aymarás, a cidade de Tiahuanaco amanheceu, depois de uma longa noite, pronta em todo o seu esplendor. E contam que uma profunda escuridão reinava na Terra, até que um dia as águas do Titicaca se partiram, e surgiu Titihuirajocha com um grande séquito. Criou o Sol, a Lua e as estrelas e depois a grande cidade, onde reinou até que a maldade de seus súditos o obrigou a castigá-los, transformando-os em pedras.

E conta ainda que, há muito tempo, lá apareceram os Huiarajochas, cavaleiros brancos, barbudos, cujo chefe dominava o sol a lua e as estrelas, movia a Terra, transladava montanhas e fazia chover fogo. Referencia esta a conquista espanhola.

A primeira escavação arqueológica científica foi efetivada, entre junho e julho de 1932, pelo arqueólogo norte americano Wendell C. Bennett. Os trabalhos tinham por fim o estabelecimento de uma seqüencia estratigráfica das cerâmicas do lugar- base imprescindível para cronologia exata e tarefa nunca testada antes. "A leste de Kalasasaya (escreveu Bennett a Escavations at Tiahuanaco, 1934) há um pequeno templo semi subterrâneo, 1,80m abaixo da superfície da base monolítica. O templo estava completamente coberto desde os princípios deste século...” O poço nº.VII foi feito na metade setentrional do templo. Tinha 4 x 2,5m, paralelo com a parede norte da estrutura. A cabeça de uma grande estátua monolítica foi encontrada a uma profundidade de meio metro, na porção sul do poço. Para desenterrá-la foi necessário estender a escavação seis metros ao sul e uns 3,50m de largura.

Infelizmente, a mudança da técnica da escavação impossibilitou a preservação dos níveis estratigráficos..." Assim em palavras secas e quase aborrecidas descreve Bennett a descoberta da maior estátua monolítica de Tiahuanaco. Depois de achar outra escultura, Bennett estabeleceu sua seqüencia cerâmica. Distinguiu três épocas: Antiga, Clássica, e Decadente. Seus achados estão hoje superados - mas ele sempre será lembrado como o descobridor da Estela de Bennett. Os secos relatos científicos não dão uma idéia da perfeição das melhores peças de cerâmica que, geralmente sobre fundo castanho, luzem nas cores branca, vermelha, amarela e preta. Finamente polidas, às vezes apresentam desenhos extremamente complexos. Predomina a representação do felino e da ave de rapina. Outros animais são a serpente e o lhama, havendo também figura antropomórficas.

É espantosa a imensa área de distribuição destas cerâmicas e logo na assim chamada Época Decadente. Das costas do pacifico até o norte da Argentina.

Um dos maiores colaboradores das pesquisas em Tiwanaku foi o arqueólogo paceño (La Paz, Bolívia) Carlos Ponce Sanginés, (1957) no centro de Investigações Arqueológicas de Tiwanaku, hoje Instituto Nacional de Arqueologia (INA). Suas escavações, que foram as maiores da América Latina, visaram descobrir detalhes para uma melhor compreensão da civilização tiahuanacota e a restauração extensiva dos monumentos escavados. Uma série de datas de carbono 14 estabeleceu uma cronologia absoluta. E dos relatos do INA, das centenas de tabelas e desenhos técnicos e dos diversos objetos encontrados começa a ressurgir a história de Tiahuanaco.

As ruínas mais importantes da antiga metrópole encontram-se perto de uma cidadezinha colonial, e estão dominadas pela colina artificial de Akapana. Sabemos hoje que era uma pirâmide truncada, com dois ou três terraços, cuja base mede cerca de 1,80 x 1,35 metros. Em seu topo havia antigamente algumas construções, das quais poucas pedras eram visíveis. Recentes escavações desenterram escadarias e parte da fachada de lages esculpidas ( presume-se que parte da superfície da pirâmide estava revestida de barro, sendo provavelmente pintada ou esculpida ). As dimensões da base de Akapana assemelham-se à Pirâmide do Sol, de Teotihuacán, no México. Como esta, seu corpo principal está direcionado para oeste, e, ainda como esta, servia possivelmente de base para construções sacras.

Do alto de Akapana, o visitante pode abranger com as construções líticas da antiga cidade, o conjunto Pumapunku, que só de perto se revela como o resto de outra pirâmide com gigantescas edificações monolíticas em ruínas, a escada monolítica, com seu portão monumental reconstruído, a grande plataforma de Kalasasaya, com seus muros reconstruídos outrora apenas delimitados por fileiras de pilares monolíticos com a Porta do Sol, a colina Lankakollu, (antigamente outra pirâmide) e vários campos de escavação com suas quadrangulações típicas. À distância vêem-se o lugarejo moderno, cúpulas e a torre da igreja colonial tudo construído na planície, com campos arados, terra e poeira seca. Poucos carneiros e vacas comem o capim duro no altiplano deixando espaço para Lhamas e Alpacas. No horizonte as montanhas da cordilheira real e o impotente Huayna Potosí com seus 6.088MT.

Disseminadas pelos campos há pedras esculpidas, podendo o visitante observador encontrar grande quantidade de pequenos fragmentos de cerâmica do típico estilo tiahuanacota. Resumindo as descobertas de Carlos Ponce Sanginés e seus colaboradores, havia cinco períodos no desenvolvimento de um sítio: Épocas I e II aldeia; épocas III e IV Urbano; época V Imperial. (Foto - Porta do Sol)

A mais antiga data do sítio revelada pelo carbono 14 é aproximadamente, o ano de 1500 a.C. Nas épocas I e II Tiahuanaco viveu como aldeia de poucas centenas de habitantes, com economia auto-suficiente, mas em intercâmbio com os vizinhos. Por volta do século II de nossa era, essa mudança causou uma série de reações em cadeia: apareceu ali um aparelho estatal bem administrado, uma sociedade dividida em importações, com artesãos e artistas que precisavam de matérias-primas oriundas de lugares distantes. Como resposta houve notável aumento demográfico. Segundo se calcula perto do ano 200, a produção agrícola da região foi tal que um terço bastava para alimentar os habitantes de Tiwanaku. O restante, arrecadado em forma de impostos, servia para manter a casta dominante dos aristocratas e sacerdotes, e para executar obras por elas planejadas, ou seja, as monumentais estruturas arquitetônicas que marcaram essa época: construções sacras, como a pirâmide truncada de Akapana; templos como o kalasasaya e Pumapunku, cada um com cerca de quatro hectares de superfície, o templo, semi-subterrâneo, escavado em 1960-1964, além de vários palácios.

Como uma cidade forte e prospera, a propensão era aumentar a área sob sua influência. A tendência expansionista começou já no ano 200. Por volta do século VII, a cidade entrou na sua fase clássica, numa era de maturidade que se deu ênfase à beleza, modificando e aperfeiçoando o já existente. As melhores esculturas e cerâmicas datam desse tempo. Com freqüência são representadas ordens de guerreiros as da águia (ou do condor) e as do felino, portanto as respectivas máscaras, segurando armas e ostentando como peitoral a lâmina de um machado, símbolo do combatente. Alguns destes ídolos de pedra trabalhada, guerreiros carregam em suas mãos cabeças de inimigos possivelmente troféus de combate.

No ano 200 Tiahuanaco tinham estabelecido enclaves coloniais (Período de grande intercâmbio comercial) nas regiões de Ayacucho, no Peru (Huari), e Atacama no Chile. A cidade alcançou no seu apogeu uma superfície de cerca de 420 hectares, 4% dos quais era ocupados por construções religioso-cerimoniais e por palácios. Tal núcleo era cuidadosamente planificado, como provavelmente o eram as habitações populares, que eram feitas em adobe.

O último estágio de Tiahuanaco foi imperial, numa vasta expansão bélica militar. Neste período, as conquistas devem ser analisadas como fato político associado às crenças religiosas. Os guerreiros podem ser observados na arte, portanto machado em uma mão e cabeça troféu na outra. Ao contrário dos incas posteriores, suas batalhas eram dominadas pelo manejo do arco e flecha. Em torno de 910 Tiahuanaco encontrava-se no apogeu de seu poder.

Hoje conhecemos 125 sítios pertencentes à sua cultura, 87 dos quais da época imperial. Com um território que deve ter coberto seiscentos mil quilômetros quadrados, calcula-se sua população hipotética em três milhões e seiscentos mil habitantes (com uma densidade populacional de seis habitantes por quilômetro quadrado) no fim de sua trajetória. Abraçando a oeste a costa do Pacífico, e tendo ao centro a Cordilheira dos Andes e o altiplano, esses domínios abarcavam, a leste, o vale de temperatura constantemente amena.

No século XIII o império desmoronou, as teorias mais sensatas apontam para as evidências encontradas no sitio de Tiwanaku, estas se devem as possíveis invasões de tribos vizinhas vindas do que hoje é o Peru seguindo de fenômenos climáticos que assolaram a região. As somas destes fatores culminaram no abandono da cidade.

Não se sabe bem o porquê séculos depois os incas tentaram ressuscitar a cidade. Presume-se que eram de fala Aymara os construtores de Tiahuanaco. Pumapunku significa Porta do Puma acredita-se hoje que era o santuário dos guerreiros do felino, evidente nas estatuas e cerâmicas encontradas no sitio.

Todo este processo ocorreu por parte da colonização Inca iniciada nas terras do que hoje são território Boliviano as margens do Lago Titicaca. Mas tarde adentrando por todo páis. As culturas Aymara que margeavam o lago adotaram o idioma Quéchua e mesclaram sua religião as do império de Tawantinsuyu.

Antes das últimas escavações recentes, o lugar apresentava-se como colina aparentemente natural, de cerca de doze metros de altura. Em seu topo existe uma plataforma que, medindo perto de vinte por cinqüenta metros, é formada por imensos blocos de pedra esculpida vindos de uma pedreira 100 km distante dali. O maior bloco pesa umas 150 toneladas. Esta plataforma e os restos das construções, às quais servia de base, foram destruídos pelos espanhóis que, à procura de tesouros, fizeram voar enormes pedras com grande quantidade de pólvora. Nos escombros distinguem se fragmentos de vários portões monolíticos esculpidos, similares da famosa Porta do Sol.

Foram encontradas as esquinas da estrutura, que se sabe agora medir 130 x 200 MT. Trata-se de uma pirâmide de terra com fachada de muralha escalonada, construída com pedras lavradas, assentadas diretamente no chão, sem alicerces. Em muitos lugares o muro foi demolido, e suas pedras retangulares levadas para La Paz. Explorando mais, foi encontrados restos de um piso vermelho de argila polida e também outro muro mais antigo (escondido por trás da camada de terra aplicada para receber o mais recente), que se encontra em excelente estado de preservação.

Para os arqueólogos bolivianos não há maiores mistérios na história do império de Tiahuanaco: expansão bélica, apoiada em capitais secundárias sempre dependentes da metrópole nas margens do lago Titicaca. Diferentes versões estilísticas nada mais são do que a expressão de uma arte colonial influenciada pela metrópole. Como os bolivianos preferem chamar, um império boliviano.

Já os especialistas em historia andina peruanos vêem este conceito de forma diferente, para eles Tiahuanaco foi o inicio de um grande processo, porem apontam certas semelhanças estilísticas que indicam forte influência vinda de Chávin, Chávin de Huantar, no altiplano setentrional e norte da costa do Peru.

Este deve-se por semelhanças nas divindades do felino, da ave de rapina e dos "anjos meio tigre, meio homem".

Especialmente os peruanos negam a Tiahuanaco o comando da fase expansiva ou imperial. Reivindicam como capital desse império a cidade de Huari, no departamento peruano de Ayacucho. É certo que o estilo da cerâmica e escultura lítica mudou no caminho de Tiahuanaco para Huari (Wari), cidade que sofreu duas fortes influências estilísticas, de Nazca, na costa do Pacífico, e de Tiahuanaco.

Da confluência destas duas correntes formou-se o foco imperial de Huari, que por sua vez conquistou o grande império.

Os arqueólogos estão seguros que existiu um império influenciado por Tiahuanaco, e que nos séculos XI-XII dominou grande parte da Bolívia, Peru, Chile e Argentina. Este com um surpreendente adiantamento tecnológico e artístico, com suas maravilhosas esculturas líticas e cerâmicas policromas preservadas pelo clima seco da costa pacífica. Se a capital política deste império era mesmo Tiahunaco, Huari, ou outro lugar a ciência arqueológica ainda não pode apontar.

Nossos conhecimentos da história de Tiahuanaco-Huari sempre ficarão limitados, não existe registro escrito deste período que se possa decifrar. As figuras misteriosas da Porta do Sol, do Monólito Bennett ou de certos tecidos são possivelmente ideogramas ou até hieróglifos, mas não se tem qualquer base para uma interpretação científica das mesmas. Por enquanto não teremos a completa história de Tiahuanaco, todas as informações que existe hoje a seu respeito deste império vêm dos indícios escavados da terra e das próprias obras de arte que podemos estudar e tentar interpretar. Ainda existe muito a que se descobrir em terras bolivianas e peruanas, dividir ou requerer bandeiras para este assunto é mera perda de tempo e egoísmo patriótico.
(Foto - Monólito Bennett)

O sítio arqueológico de Tiwanaku encontra-se num estado razoável de conservação, já tendo sofrido ao saque de escavadores amadores à cata de preciosidades desde a queda da cidade. Esta destruição continuou no século XIX e início do século XX com ações como a redução das pedras monumentais em britas para a construção de ferrovia e o seu uso como alvo de tiro em exercício militar. Ver: Suposto erro em restauração ameaça pirâmide na Bolívia segundo UNESCO.

Hoje o sítio de Tiwanaku é considerado como patrimônio da humanidade pela UNESCO, administrado pelo governo boliviano.

O sitio arqueológico de Tiwanaku este aberto à visitação e é de fácil acesso partindo da cidade de La Paz. Perto do cemitério da cidade, os ônibus que partem para o Lago Titicaca e Tiwanaku saem em intervalos que variam entre 15 a 40 minutos. Ignore as agencias de viagens que vendem o passeio e faça por sua própria conta, participando da vida das pessoas que vivem por lá.

Força sempre e boas descobertas!
Atila Barros

 X  X X X
Matérias passadas Área de Download - Newsletter - Receba os Informativos por e-mail!

- O montanhismo em suas várias modalidades é um esporte potencialmente perigoso, que pode resultar em acidente e até morte do praticante. Nem mesmo com a participação de um guia especializado e equipamento adequado, podem-se eliminar a possibilidade de um acidente fatal. É responsabilidade do leitor, utilizar as informações contidas neste site de forma saudável e consciente.

Departamento de Computação Montanha - RJ - Web Design:Atila Barros & Leandro Mendonça - Montanha.bio.br
Dúvidas, sugestões ou reclamações a respeito deste Site, envie um e-mail para: atila@rochaegelo.com.br