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Para quem pensa em subir o Costão, vale a pena dar uma olhada.

Costão do Pão de Açúcar deve ser evitado

Além do laudo da Geo-Rio, dois geólogos e um engenheiro florestal avaliaram o local e foram unânimes em suas opiniões.


Foto: Fernando Barroso

 

 


     
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  Informativo

A verdade sobre os pretensos ataques de tubarão no Rio
Marcelo Szpilman

Como biólogo marinho, especialista em peixes marinhos, e diretor do Instituto Ecológico Aqualung, me sinto na obrigação de esclarecer o que vem ocorrendo no litoral do Rio. Fatos absolutamente isolados estão sendo reunidos, de forma oportunista, para criar falsos alarmes de perigo de ataque de tubarão, gerando medo e insegurança para a população do Rio.

Fato 1 - Na 5ª feira, dia 24, um praticante de para-pente informa ao Corpo de Bombeiros ter avistado dois tubarões na praia da Barra, gerando o primeiro "alarme" sobre tubarões no litoral do Rio.

Comentários: no litoral do Rio vivem diversas espécies de tubarões há milhões de anos. Avistar alguns espécimes em uma dia com águas claras e quentes, ainda que seja uma curiosidade, não é nenhuma novidade e não representa nenhum tipo de ameaça.

Fato 2 - Na 5ª feira, dia 24, um banhista, pegando jacaré na praia de Copacabana, alega ter sido mordido por um tubarão. Sofreu cortes em dois dedos da mão direita.

Comentários: não há evidências que comprovem ter sido um ataque de tubarão. Uma mordida de tubarão não provoca "cortes" no dedo. Ataques de tubarão no Rio são muito raros e absolutamente improváveis. O último registro de ataque de tubarão em Copacabana foi em 1947 e mesmo assim foi um acidente e não um verdadeiro ataque.

Fato 3 - Na 6ª feira, dia 25, um pescador captura em Grumari, com uma rede de pesca, um tubarão da espécie ´Mako. O exemplar é mostrado ao público como um troféu e passam a relacionar sua captura com o pretenso ataque em Copacabana.

Comentários: cações e tubarões, de diversas espécies, incluindo o Mako, são capturados todos os dias pelos pescadores. Esses tubarões capturados são comercializados nas peixarias e mercados. Relacionar a captura de um tubarão Mako com o ataque de Copacabana é, no mínimo, uma irresponsabilidade. Afirmo, categoricamente, como especialista, que os dois fatos são isolados e nada têm a ver um com o outro.

Fato 4 - No sábado, dia 26, um grupo de banhistas, na praia da Joatinga, arrastam para fora da água um tubarão e o matam a pauladas na areia. Enquanto batiam no animal, um dos banhistas foi "arranhado" pelos dentes do tubarão.

Comentários: estive no sábado no 2º G-Mar, da Barra, para onde foi levado o tubarão, inicialmente chamado de tigre, e o identifiquei como sendo da espécie  mangona. Existiam vários relatos desencontrados sobre como e porque o animal apareceu na praia. No entanto, dizer que ele estava perseguindo alguém e encalhou na areia, certamente é falso. A mangona é muito comum no litoral Sudeste, porém não costuma chegar tão próximo da arrebentação, muito menos no raso. Não é uma espécie agressiva e, absolutamente, não é perigosa. Não há registros de ataque no Brasil. Essa espécie, inclusive, encontra-se em perigo de extinção.

As fotos mostrando os banhistas arrastando o tubarão pela cauda para fora da água indicam que o animal estava morimbundo, pois nenhum homem, por mais forte que seja, consegue capturar e arrastar um tubarão são (sadio e vivo) para fora da água. Mesmo ferido e quase morrendo um tubarão, ou qualquer outro animal com dentes afiados, pode ser perigoso se acuado e agredido. O arranhão sofrido por um dos banhistas demonstra isso. Não há mudanças no meio ambiente e nem fenômenos atípicos que possam ser utilizados como argumento para o aparecimento de tubarões nas praias. A ocorrência de tubarões em nosso litoral sempre foi e continua sendo um fato muito comum. Não há nenhuma razão plausível para alertas sobre perigo de ataque. É lamentável e muito ruim para a imagem do Rio de Janeiro termos falsas notícias sobre ataques de tubarões, que, se não esclarecidas a tempo, podem vir a provocar pânico.

Marcelo Szpilman
Diretor Instituto Ecológico Aqualung
Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030
Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021
E-mail: instaqua@uol.com.br
Site: http://www.institutoaqualung.com.br

Material  enviada por Eduardo de Castro (Folha)
E-mail: educastro78@terra.com.br 

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O tubarão Mako, (isurus oxyrinchus)
é o mais veloz de todas as espécies existentes de tubarão, e entre os peixes, só perde para o atum,em velocidade.Sua velocidade média é de 88km/h.São encontrados em mares tropicais e temperados,raramente em temperaturas menores que 16ºC,inclusive são encontrados no sul do Brasil e nas Ilhas do Hawai.Se alimentam de pequenos e grandes peixes, inclusive de tubarões de várias espécies, como o martelo e o azul.Apesar de sua aparência de mau, ainda não existe registro de ataques a humanos e sua periculosidade é questionada.



Classificação 

Reino  - Animalia
Filo    -   Chordata
SubFilo - Vertebrata
Classe - Chondrichthyes
Subclasse - Elasmobranchii
Ordem - Lamniformes
Familia - Lamnidae
Género - Isurus
Espécies -oxyrinchus

Tamanho 
- Cresce até 4 metros, mas o tamanho comum é de 2 metros.

Dieta 
- Comem atum , pequenos e grandes peixes inclusivem comem tubarões de várias espécies como os tubarão azul e tubarão martelo, o tubarão mako come de tudo. 

Habitat 
- Habitam aguas litorâneas e a 150 m da superficie, gostam de água morna , mas nos oceanos tropicais eles vivem e aguas frias, são encontrados em todo o mundo .

Reprodução 
- são oviparos e nascem de 8 a 16 filhottees, com aproxidamente 70 cm , o macho chega a maturidade sexual com 2 metros e 100 kg a a femea com 2,8 metros e 200 kg .

Ataques: 42   Fatalidades: 2
*De acordo com 'The International Shark Attack Files' *Recorded Worldwide since 1580.*




 

 

 

 
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