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08/01/2005 - 13h14
Brasileiro morre no Aconcágua |
13:14 08/01
Ultimo segundo
BUENOS AIRES - O brasileiro Eduardo Silva, 40 anos,
morreu na sexta-feira, doze horas depois de ter chegado
ao topo do Aconcágua (6.959 metros), enquanto que sua
esposa Rita, 34 anos, que compartilhou a façanha, sofre
de desidratação e congelamento, informou a imprensa
local neste sábado.
Os alpinistas alcançaram o cume mais alto da América às
23h locais de quinta-feira (2h GMT de sexta-feira), e
desceram 200 metros até a chamada Canaleta, onde pararam
para descansar, pois já notavam sinais de congelamento,
informou o jornal Los Andes de Mendoza (oeste),
província onde se erige o Aconcágua.
O guia norueguês Lars Oslo, que subia a montanha com um
grupo, encontrou os alpinistas brasileiros sexta-feira
no mesmo local e avisou por rádio os guarda-florestais e
a patrulha de resgate.
Os grupos de salvamento subiram para ajudar o casal, mas
Eduardo Silva já manifestava problemas de saúde que
provocaram finalmente sua morte por parada cardíaca
pouco antes de chegar ao acampamento 'Berlim', a 6.100
metros de altura.
"O problema é que eles estavam sem guia", explicou o
diretor de Recursos Naturais Renováveis, Leopoldo león,
destacando que o fato de ter chegado ao topo da montanha
de noite também podia ter sido uma das causas da morte
de Silva.
A patrulha de resgate e os guarda-florestais pretendem
continuar descendo neste sábado com Rita Silva, que
apresenta sintomas de desidratação e congelamento, até
Plaza de Mulas (4.350 m) para lhe garantir o atendimento
médico mais rápido possível, e depois subir novamente
para buscar o corpo de seu marido, informou León.
Com este episódio, já são duas as vítimas do Aconcagua
nesta temporada. A primeira foi a alemã Petra Ilg, que
caiu no Glaciar dos Polacos em 29 de novembro passado.
08/01/2005
Brasileira sobrevivente do Aconcágua é resgatada
Folha Online
A jornalista brasileira Rita Bragatto, 34, que entrou em
choque durante escalada no monte Aconcágua, na
Argentina, foi resgatada neste sábado de helicóptero e
levada até Plaza de Mulas (4.350 metros) para receber
atendimento médico emergencial.
Ela foi encontrada com sintomas de desidratação e
congelamento, segundo informou Leopoldo León, diretor de
Recursos Naturais Renováveis da Província de Mendoza,
onde se ergue o Aconcágua.
As equipes de resgate devem subir novamente ao pico
neste sábado para retirar o corpo do marido de Rita, o
brasileiro Eduardo Silva, 40. Ele morreu sexta-feira, 12
horas depois de ter chegado ao topo do Aconcágua (6.959
metros), informou a imprensa local.
O corpo será recolhido assim que as condições do tempo
no lugar melhorarem.
"O problema é que eles estavam sem guia", disse León,
destacando que o fato de ter chegado ao topo da montanha
de noite também podia ter sido uma das causas da morte
do dentista.
O casal morador de Sorocaba (SP) alcançou o cume mais
alto da América às 23h (horário local) de quinta-feira e
desceu 200 metros até a chamada Canaleta, onde parou
para descansar, pois já notavam sinais de congelamento,
informou o jornal "Los Andes de Mendoza".
O guia norueguês Lars Oslo, que subia a montanha com um
grupo, encontrou os alpinistas brasileiros na
sexta-feira, no mesmo local, e avisou por rádio os
guardas-florestais e a patrulha de resgate. Os grupos de
salvamento subiram para ajudar o casal, mas Eduardo
Silva já apresentava complicações que o levaram à morte,
supostamente por parada cardíaca, pouco antes de chegar
ao acampamento "Berlim", a 6.100 metros de altura.
Com este episódio, já são duas as vítimas do Aconcágua
nesta temporada. A primeira foi a alemã Petra Ilg, que
caiu no Glaciar dos Polacos em 29 de novembro passado.
Sexta, 7 de janeiro de 2005, 22h50
Brasileiro morre no Pico do Aconcágua na Argentina
Jornal o Globo.
Um casal de brasileiros sofreu um acidente no Pico do
Aconcágua, na Argentina. Rita Bragato e Eduardo
Alvarenga estavam escalando quando Eduardo teve uma
parada cardíaca e morreu.
De acordo com o Jornal Nacional, a mulher dele teve um
edema cerebral. Ela e o corpo do marido estariam sendo
resgatados. Segundo informações do consulado brasileiro
em Mendoza, Rita será levada para um hospital da região.
Estamos no aguardo de novas noticias.
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