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- AVANÇO
MÉDICO. Nasce
uma pílula
contra o medo de
altura
Foi apresentado
um estudo em que
40 afetados por
acrofobia
(vertigem e medo
das alturas)
melhoraram após
serem tratados
com um
comprimido cujos
efeitos são
baseados no
cortisol,
hormônio que
afeta o estresse
e medos
irracionais.
A notícia foi
divulgada pela
revista
Proceedings of
the National
Academy of
Science e pode
aproximar da
montanha e da
escalada certas
pessoas
incapazes de
lidar com as
alturas por
culpa do terror
que lhes causa.
De acordo com a
publicação,
surgiu uma
pílula que pode
acabar com o
sofrimento
daqueles que
sofrem de
vertigem ou medo
das alturas.
A pílula em
questão têm
apliações mais
amplas, dirigida
para combater a
ansiedade,
estresse e os
medos
irracionais,
entre os quais
se encontra a
acrofobia, nome
científico usado
para designar o
medo irracional
e incontrolável
de altura. Se
até agora o
método mais
comum para
superar-la era a
terapia de
habituação com
técnicas de
relaxamento para
gradualmente
enfrentar as
situações em que
essa fobia se
apresenta, pode
a partir de
agora uma
simples pílula
que permita as
pessoas
afectadas a
superar seus
medos. Se
poupariam assim
os maus momentos
que lhe provocam
os lugares
altos, com seus
seguintes
sintomas:
taquicardia,
tremores,
sudorese
excessiva,
pânico...
Estudo
praticado em 40
afetados
A revolucionária
revelação se
tornou pública à
luz das
conclusões de um
estudo publicado
no Proceedings
of the National
Academy of
Science. O
estudo,
conduzido por
uma equipe
científica
internacional,
foi praticado
com um grupo de
40 pessoas
afetadas pela
acrofobia.
Alguns deles
receberam um
tratamento
baseado no
cortisol,
enquanto ao
resto só foi
administrado um
placebo.
Mediante
técnicas de
realidade
virtual, todos
eles foram
submetidos a
situações que
recriavam a
experiência de
estar em altura.
Posteriormente,
deviam completar
um questionário
para determinar
o nível de medo
que tinham
sofrido.
As conclusões
extraídas deste
questionário
permitem afirmar
a equipe de
investigadores
que aqueles que
tomaram a pílula
de cortisol
sofreram menos o
efeito da altura
que aqueles que
somente tomaram
o placebo. Além
disso, puderam
constatar que o
efeito do
comprimido é de
longa duração,
já que alegaram
experimentar um
menor grau de
medo de alturas
até um mês
depois de
tomá-lo.
Segundo fontes
da equipe
científica que
falou ao jornal
italiano La
Stampa, o
cortisol atua
cortando o fluxo
sanguíneo para
determinadas
regiões
cerebrais
associadas com a
memória do
terror. Ele
consegue que as
pessoas sejam
menos sensíveis
ao pânico
irracional.
Fonte:
Desnivel
Tradução: Maria
Fernanda
Patrício |