O projeto não foi bem
feito e resultou em
fracasso no controle
biológico, mas o clima
favorável e a existência
de poucos predadores
naturais transformou
esta espécie introduzida
em uma praga.
Por ser venenoso,
algumas espécies de
lagartos e cobras que
dele se alimentam têm
apresentado acentuado
declínio de suas
populações em
determinadas áreas.
Sapo-Cururu
O
sapo é um vertebrado da classe dos Anfíbios
e da ordem dos batráquios. Muitas vezes
os sapos são confundidos com lagartos
e pererecas, mas os sapos verdadeiros pertencem
ao gênero Bufo. Nesse gênero existem
mais de 150 espécies. São
encontrados em todo o mundo, menos no sudoeste
da Oceania
e em Madagascar.
Podem
variar muito de tamanho, de 2 a 25 cm de altura.
Eles se
alimentam de insetos e pequenos animais. Procriam
na água, podendo migrar até 1,5 km
atrás de um bom lugar, pondo de 600 a 30.000
ovos, dependendo da espécie. O girino vira
adulto num período de um a três meses.
O sapo brasileiro mais comum é o sapo-cururu,
Bufo marinus. O número de espécies
de sapos vem diminuindo muito, pois ele é muito
sensível a poluição da água
e do ar. Exatamente por isto, sapos são considerados
excelentes indicadores ecológicos. Em 1980,
duas espécies de sapos australianos desapareceram.
A maior parte dos sapos produz veneno para se defender,
numa glândula especial que fica atrás
de seus olhos. Quando está com uma presa na
boca, o sapo fecha os olhos, forçando-os para
dentro, para ajudarem a empurrar a comida boca abaixo.
Todo anfíbio é animal cordado craniota
gnastomado tetrápode, da classe Amphibia.
Pele nua, glandular, sempre umedecida, sem escamas;
coração com três cavidades; respiração
através de brânquias nos estágios
iniciais (podendo persistir a vida inteira), e depois
através de pulmões, pele e mucosa bucal,
separada ou concomitantemente; fecundação
externa. Abrangem as cecílias, salamandras
e anuros. As cecílias constituem uma família
da ordem Gymnophiona (ápodes). De aspecto
vermiforme, vivem nos solos humosos, pele lisa, com
sulcos transversais formando anéis e provida
de secreção defensiva. Tem os olhos
recobertos pela pele, fato que lhes valeu o nome
vulgar de cobras-de-duas-cabeças, ou cobras-cegas.
As salamandras são da ordem dos urodelos (Caudata),
provido de cauda na fase adulta, com um ou dois pares
de patas, e que, segundo o ambiente onde vive, pode
apresentar brânquias ou não. A única
espécie existente no Brasil é a Bolitoglossa
amazonica.














