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Centro Excursionista Mineiro |
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Campo Escola Pedreira
Seguindo em frente à entrada do Parque da Sapucaia,
há uma área verde que dá acesso às trilhas
utilizadas pelos praticantes do motocroos da cidade.
Na estrada de terra à esquerda, onde já é possível
ver a serra e as formações rochosas, existe uma
caixa d’água na curva. Seguindo a trilha à direita,
que está bem nítida, em 10 minutos já é possível ver
uma fenda da via “V” e os grampos das vias “4mm” e
“Aranha”.
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Usando como referência a via “V” (5° sup – móvel),
indo à esquerda e beirando a pedra temos as vias
“Retorno dos Mortos Vivos” (6º sup) e “Jararaca” (4º
- móvel) e um trepa pedra que leva ao topo das
paredes. Logo em seguida da via “V” está a via “4mm”
(7c), com passagens em regletes minúsculos e
aderências; ao lado, a via “Aranha” (6º sup) que
utiliza a mesma grampeação da “4mm”, porém a linha
segue pelo lado esquerdo dos grampos; e o top rope
“V1” (4º), marcado com setas amarelas (antigo
costume do início do Clube Excursionista). |
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A partir da via “V”
teremos a atlética “Eutrepocemia” (8a) – não queira
saber a origem do nome, senão irá cair numa das
brincadeiras mais velhas da turma local –.
Aproveitando o início da “Eutrepocemia”, saindo à
direita está a via “Desafio” (7a) e mais a direita a
via “Paciência” (5º sup), antigo top rope, equipada
no II Encontro Norte Mineiro de Montanhismo. Em
seguida, outras duas vias abertas no II Encontro
Norte Mineiro de Montanhismo: a via “Bodinho
Gayrreiro” (7a) e “Putaria” (7a), que, após ser
conquistada em móvel, foram batidas algumas
proteções por escaladores locais.
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Passando por um pequeno
abrigo à direita encontram-se as vias “Mamona” (5º
sup - móvel), Abelha (5º sup - móvel), “Cemitério
Maldito” (7b) e “Salamandra” (8b) – presente do
Fábio Faria de BH –, sendo as duas últimas vias em
negativos bem fortes, mas bem protegidas. Do outro
lado terá ainda um negativo com a “Born to Kill” (6º
sup), via curta e exposta no último lance, onde há
risco de colisão contra a parede de trás, e
“Gravidade Zero” (7c). Bem próximo a estas vias
podem ser vistas setas amarelas pintadas na parede.
São algumas vias antigas que apresentam esta
característica, herdada da escola de montanha do
Exército – é a via “Titã” (6º - móvel). Partindo da
base da “Titã”, indo por uma passagem estreita na
rocha, saímos nas vias “Chaminé” (5º) e “Cearense”
(5º), ambas em top rope. Mais à direita estão a via
“Madonna” (4º), excelente via para quem inicia a
guiar. Na parede amarelada à direita está a via
“Kamikaze” (8c), que inicialmente tinha dois lances
escalados em artificial, e que em 2006 foram
liberados pelo escalador paranaense Yughues Bonfim.
Seguindo a direita estão as vias “Feijoada” (5º) e
“Borracha” (5º sup – mista) ambas possuem um pequeno
negativo no final. Mais à direita está a via
“Realidade Virtual” (5º móvel), um teto pequeno, mas
exige muito equilíbrio para não balançar e sair da
agarra. Há também a via “Pé de Boi” (5º sup) no
negativo ao lado, protegida por chapeletas.
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Nº |
Nome da via |
Grau-proteção |
Conquistador |
Comentários |
Ano |
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1 |
Jararaca |
4-TP- PA |
CEMC |
Via de Curso |
1985 |
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2 |
Retorno dos Mortos-Vivos |
6Sup P P2 |
Magnus,Jober Rivelino e Aldelice |
Via de abaulados que ficou mais difícil
depois que quebrou uma agarra no tetinho. |
1993 |
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3 |
Vê 1 |
4-TP PA |
CEMC |
Via de Curso |
1985 |
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4 |
Aranha |
6 Sup -P P2 |
André e Helmer Marques |
Saia à esquerda dos pês pelo escorrimento de
calcário, exige bom equilíbrio no final. |
1990 |
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5 |
4mm |
7c-P P2 |
André e Helmer Marques |
Regletes e pinças dão o tom desta via, usa
a mesma grampeação da Aranha, porém do lado
direito. |
1990 |
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6 |
V |
5Sup-M P2 |
CEMC |
Fenda perfeita, pode ser escalada em
oposição ou entalamento de mãos e dedos. |
1985 |
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7 |
Eutrepocemia |
8a - C P2 |
André e Helmer Marques |
Regletes, monodedo e um bote em abaulado,
ditam o ritmo nesta via. |
1990 |
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8 |
Desafio |
7a-C P2 |
André e Helmer Marques |
Partindo pela direita na terceira chapeleta
da Eutropecemia, o crux é uma lance de
pinças e abaulado. |
1990 |
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9 |
Paciência |
5º Sup –P P2 |
CEMC |
Antigo Top-rope, foi equipada com grampos
durante o II Encontro de Montanhismo
(Maio/05). |
1989 |
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10 |
Bodinho Gayrreiro |
7a – P P2 |
Aloysio (BH) |
Segue até embaixo do tetinho e sai para a
direita. |
2005 |
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11 |
Putaria |
7b–D PA |
Gustavo Piancastelli e Magnus |
Conquistada em móvel com colocações
suspeitas, depois foram acrescentadas umas
proteções fixas. Saia na borda do teto do
abrigo e suba depois de costurar o P
amarelo. Cuidado abelhas no topo. |
2005 |
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12 |
Mamona |
5 Sup MP1 |
CEMC |
Ótima opção para treinar móveis, foi
protegida por um escalador que não conhecia
a via e teve as proteções retiradas,
voltando a ser em móvel. |
1985 |
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13 |
Entalada |
5 Sup-TP PA |
Magnus e Aldelice |
Chaminé estreita entre a Mamona e Abelha.
Exposta se guiada em móvel. |
2003 |
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14 |
Abelha |
5Sup-M PA |
CEMC |
Possui um tetinho que exige flexibilidade,
evite usar os pitons caseiros. Exige boa
leitura para colocar os móveis. |
1985 |
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15 |
Cemitério Maldito |
7b-P P2 |
Jober Rivelino e Magnuns |
Força nos dedos para dominar os regletes,
saindo pela fenda, a via fica mais fácil. |
1993 |
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16 |
Salamandra |
8b-C P1 |
Fabinho Faria (BH) |
1ª via equipada do campo escola, parede
negativa com abaulados, mono e bidedos ,
ficou 06 anos sem ser encadenada. Ideal
costurar a primeira de baixo. |
1999 |
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17 |
Gravidade Zero |
7c-C P2 |
Hélio Jr, Robson e Magnuns. |
Lance em negativo com agarras abauladas e
regletes. Utiliza as duas últimas proteções
da Born to Kill. |
2003 |
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18 |
Born to Kill |
6c-C – P2 |
Magnus e Jober Rivelino |
Travessia em negativo, se cair no último
lance, o guia pode bater as costas na parede
de trás se o segurança bobear. |
1998 |
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19 |
Titã |
4º-M PA |
CEMC |
Via fácil boa opção para treinar móvel. |
1985 |
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20 |
Chaminé |
5º-TP PA |
CEMC |
Ótima opção para aprimorar a técnica.
Cuidado com as Abelhas. |
1989 |
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21 |
Cearense |
5º Sup-TP PA |
CEMC |
Início em chaminé e um lance de pinça no
final. Cuidado com as Abelhas. |
1989 |
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22 |
Madonna |
4º-P P2 |
CEMC |
Via fácil, ideal para iniciar a guiar.
Equipada em 2005. |
1985 |
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23 |
Kamikaze |
8c –C P2 |
Jober Rivelino, Magnuns e Hélio Jr. |
Inicialmente escalada em artificial de cliff
e com o
final em livre. Foi encedenada em 2006 pelo
escalador Yughues Bonfim, liberando o lance
em artificial. |
2002 |
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24 |
Feijoada |
5Sup-P P2 |
CEMC |
Via fácil, foi grampeada recentemente. O
bloco do tetinho está meio suspeito. |
1990 |
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25 |
Borracha |
5Sup-D P2 |
CEMC |
Via móvel com chapeleta no crux do tetinho,
a saída do teto pode ser protegida com nut
03. |
1990 |
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26 |
Realidade Virtual |
6Sup-M P1 |
Jober Rivelino e Magnus |
Tetinho que exige flexibilidade e equilíbrio
para a mão não sair da agarra. Nut pequeno
protege a saída. |
1995 |
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27 |
Pé de boi |
5c-C P2 |
Clube Aventura |
Travessia em teto, a saída do teto tem um
bloco encaixado que está solto. |
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28 |
Pedra, Flor e Espinho |
7a-C PA |
Jober Rivelino, Magnus e Toninho |
Abaulados, regletes e equilíbrio. Crux no
início e no meio. |
1997 |
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29 |
Não Pise no Ninho |
9?-C P2 |
Yughues e Magnus |
Via no negativo após a Pedra, Flor e
Espinho. Sem Cadena. Primeiro nono grau do
campo escola. |
2006 |
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30 |
Tenha Fé que Tem Reglete |
8?- C P2 |
Yughues e Magnus |
Via ao lado da Não Pise no Ninho. |
2006 |
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31 |
Confiança |
5 Sup-TP/M PA |
CEMC |
Via pouco usada, boa para treinar chaminé e
entalamento. Pode-se sair ao lado da Pedra,
Flor e Espinho, usando só móveis e evitando
a chaminé. |
1990 |
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32 |
Comigo Ninguém Pode |
6Sup-P P2 |
Jober Rivelino e Magnus |
Inicialmente em TP, foi grampeada de baixo.
A saída do teto era com nuts, mas a rocha
cedeu e foi colocada uma chapeleta. |
1989 |
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33 |
Sexto Super |
6Sup–M PA |
Magnus, Robson e Hélio Jr. |
Via em móvel que exige atenção nas
colocações no negativo. |
2003 |
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34 |
Visão Oposta |
8a - C P2 |
Magnus e Jober Rivelino |
Upgrade da Cassurubameu, foram acrescentadas
mais três proteções e sete movimentos, exige
posicionamento, força e resistência, o crux
é a troca de mão da agarra no meio da via. |
2004 |
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35 |
Cassurubameu |
8b-C P2 |
Jober Rivelino, Magnus e Toninho |
Via negativa que exige muita força e
resistência. Muita pressão nos abaulados. |
2003 |
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36 |
Augusto |
3-M/TP PA |
CEMC |
Via fácil e muito utilizada em curso. |
1985 |
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37 |
Trevo |
6Sup- C P1 |
Alfonsinho e Leo |
Saída do teto é o crux da via, fim da via na
quarta chapeleta. Rapel em fita na quarta
chapeleta. Necessita manutenção nas
proteções. |
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38 |
Dedo no Olho |
6a- C P2 |
Alfonsinho e Leo |
Abaulados e agarras em oposição. Necessita
manutenção nas proteções. |
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39 |
Hematona |
7a – C P1 |
Psico |
Via que exige movimentos sincronizados e bom
posicionamento nas agarras. |
2003 |
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40 |
Cirurgia Plástica |
6c – C P1 |
Psico |
Teto com boas agarras mas exige força nos
braços e boa posição de pés. Rapel no P do
teto é meio complicado. Necessita manutenção
nas proteções. |
2003 |
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41 |
Pantera cor de Rosa |
? - C P1 |
Psico e Marco Aurélio |
Travessia que sai num negativo e entra no
teto, exige força e posicionamento. (em
conquista) |
2003 |
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X |
X |
X |
X |
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Croquiteca
- Guia - Escalada de Minas. |
|
- O montanhismo em suas
várias modalidades é um esporte potencialmente perigoso, que pode resultar
em acidente e até morte do praticante. Nem mesmo com a participação
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