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Centro Excursionista Mineiro |
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Diamantina.
Cravada no alto da serra do Espinhaço, a
1250m de altitude, a cidade histórica de
Diamantina impressiona o viajante pela
natureza espetacular de suas rochas
pontiagudas. |
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Terra de Chica da Silva e de Juscelino
Kubitschek, presidente do país de 1956 a
1961, Diamantina, cidade do ciclo do ouro em
Minas Gerais, também preserva seus casarios
e igrejas do tempo colonial. O diamante não
é encontrado de forma farta como há três
séculos, mas ainda hoje garimpeiros
vasculham os rios, como o Jequitinhonha, à
procura da pedra preciosa.
O
Museu do Diamante, instalado num casarão de 1789,
reúne um rico acervo que conta a história da
mineração no Brasil. A cidade é o décimo patrimônio
brasileiro tombado pela Unesco como Patrimônio da
Humanidade.
Cravada no alto da serra do Espinhaço, a 1250m de
altitude, a cidade histórica de Diamantina
impressiona o viajante pela natureza espetacular de
suas rochas pontiagudas, pelo casario colonial
magnificamente conservado, pela intensa
luminosidade, especialmente nas primeiras horas da
manhã ou ao fim da tarde, quando a luz das almas se
abate sobre o conjunto esculpido por Deus e pelos
homens. |
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Cidade histórica singular, Diamantina cativa
também pela alegria contagiante de seu povo,
gente de acolhida fácil, com pendores
artísticos exuberantes como foram, no
passado seus ricos veios de ouro e
diamantes. Desde então conhecida como a nova
Atenas, a cidade é um viveiro de músicos,
artistas plásticos, poeta e atores, que aí
se formam aos potes, acima de diferenças
raciais ou econômicas, talentos puros como
as gemas ricas que tanto produziu |
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Toda diamantina esta repleta de possibilidades de
escalada, sendo ela em Boulder ou esportiva, dentro
ou fora da cidade, para onde se olha tem rocha.
Visitando!
Outro lugar legal para visitar é a Cachoeira dos
Cristais é uma das mais bonitas da região. Possui
uma queda maior - com piscina natural - e outra
seqüência de pequenas quedas. localiza a 14
quilômetros da cidade, na estrada para Biribiri. Não
rolam escaladas por lá, só forçando uma barra rola
um banho gelado, só cuidado para não cair nas
pedras, se for cair tenta cair no meio. (Rs)
Saindo dos cristais vale dar uma passada na Vila de
Biribiri antiga fábrica de tecidos, nascida como
alternativa de trabalho na segunda metade do séc.
XIX (1876). Naquela época a região sofria com o
declínio das jazidas diamantíferas. Possui uma
igrejinha, 32 casas, uma usina hidrelétrica (que
funciona até hoje) e galpões. "Biri" em tupi-guarani
quer dizer buraco e no auge a vila chegou a abrigar
600 funcionários. Com desativação do ramal
ferroviários de Diamantina, quase cem anos depois de
sua fundação, a fábrica fechou. Hoje somente duas
famílias moram lá e a maioria das casas está vazia.
Fica a 15 quilômetros de Diamantina. Propriedade
particular. Cerveja gelada e comida caseira nos
bares da vila.
No mais, Diamantina tem um mundo de coisas para se
fazer, visita as construções históricas, igrejas e
monumentos e a noite a cidade reserva bares para
todas as tribos. Boa musica e cerveja gelada, e para
as amantes de boa comida, a gastronomia da cidade é
uma boa pedida.
Depois das dicas, só indo lá para conferir!
Maiores informações sobre onde ficar e como chegar
em
www.diamantina.com.br.
"As cidades velhas, que se constituíram em sementes
de civilização mineira, foram durante dois séculos,
pelo isolamento da falta de transporte, o núcleo da
velha cultura de nosso Estado, aprimorando, cada
uma, um tipo de manifestação artística, que as
tornaram famosas. (...) Uma serenata em Diamantina é
mais bela que uma Noite de Trovadores, em Nápoles. A
cidade toda canta, despreocupada, diluindo na beleza
dos sons as angústias comuns da vida".
Juscelino Kubitschek de Oliveira,
transcrito do livro Diamantina: Jóia do Barroco
Mineiro,
de Martha Moura e Maria Cyrillo.
Nota: Chica da Silva
Sua história é conhecida em todo o Brasil e lembra a
de uma princesa dos contos de fada. Escrava e
mulata, Chica viveu em Minas Gerais num palacete com
João Fernandes de Oliveira, rico e poderoso
comerciante de diamantes. Português, ele se
apaixonou por Chica, com quem viveu, teve filhos e
para quem deixou a maior parte de sua fortuna como
herança. O sobrado do século XVIII, com 14 cômodos,
onde a mulata viveu de 1763 a 1771, é atração
turística em Diamantina, cidade do circuito do ouro,
em Minas Gerais, considerada pela Unesco como
Patrimônio da Humanidade. Sua história inspirou o
cineasta Carlos Diegues a fazer o filme Xica da
Silva, além de uma novela recentemente apresentada
na televisão.
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Croquiteca
- Guia - Escalada de Minas. |
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